AGENTEPREVINE
Eu protejo antes que o risco aconteça
- PesquisarIdentifica riscos e padrões
- EducarLeva informação e consciência
- Levantar evidênciasTransforma dados em proteção
- Construir soluçõesCria projetos e políticas públicas eficazes
Uma rede de cuidado, escuta e ação
Uma experiência para reconhecer perfis de proteção, engajar participantes em missões e conectar pessoas aos grupos certos de mobilização.
Você sabia?
Mapa de alertas
O crime migrou para o digital e alcança vítimas cada vez mais novas.
Precisamos de você para mudar isso Se cada adulto se tornar um protetor da infância nós mudaremos esse cenário
Perfis
Eu protejo antes que o risco aconteça
Eu vejo o que muita gente ignora
Eu escuto para proteger
Eu não deixo o silêncio vencer
Eu chamo mais gente para proteger
Triagem de campo
Protocolo de identificação: qual protetor vive em você
Nós estamos em todos os lugares. Estamos sempre observando. Sempre que é necessário, um grupo de pessoas comuns é convocado para defender a infância.
Um desses cinco vive em você. Talvez você nunca tenha reparado. Nós reparamos.
A seguir, sete situações. Não existe resposta certa. Responda com o seu primeiro instinto.
Seu tipo é seu posto no time, não seu limite. Todo agente cumpre missões, mas cada perfil revela uma força principal de proteção.
Carteirinha
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agentesdeprotecao.com.br
Rede em movimento
Conheça onde a rede de Agentes de Proteção da Infância já está presente.
Grupos locais
Sobre nós
A única coisa que se sabe da criação dos Agentes de Proteção à Infância é que aconteceu no meio dos anos setenta, num tempo em que sumir era comum e perguntar era perigoso.
O único relato de que se tem notícia é uma colcha de retalhos de versões, às vezes convergentes, às vezes divergentes.
Ninguém sabe ao certo quem começou. Cada relato aponta para pessoas comuns que decidiram não ignorar o que estava diante delas.
Dentro do sistemaUns contam que a origem é um grupo de pessoas que trabalhavam dentro do sistema de proteção — conselheiros e assistentes que cansaram de ver casos caírem nas frestas da burocracia.
Nas sombrasOutros dizem que um grupo de policiais começou a agir nas sombras, como forma de agir mais rápido, longe dos olhos controladores — e omissos — da supervisão.
Nas escolasOutros ainda dizem que se tratava inicialmente de um grupo de professoras do sistema público que se cansaram de ver alunos e alunas sofrerem sem fazer nada.
Entre adolescentesOutra versão conta que foram os próprios adolescentes que, sentindo-se indignados e sozinhos ao ver colegas em situação de violência, decidiram agir.
Na vizinhançaHá ainda uma versão que conta que um grupo de vizinhos de um bairro afastado de São Paulo decidiu que algumas coisas não eram mais aceitáveis.
Independentemente da origem da história, um ponto em comum é que o grupo passou a se coordenar e agir para cobrir o que os canais oficiais daquela época deixavam passar. Com o tempo, virou rede nacional e depois ganhou correspondência internacional. Nunca buscaram holofote. A eficiência deles — até hoje — depende de ninguém saber que existem.